"...reescrevia minha vida, trocava letras de lugar, procurava o encaixe perfeito, a melhor sonoridade. Nesse reescrever aprendi, que para a escrita ser certa, teria que ter de tudo: uma pitada de humor, algumas gramas de paixão,
colheradas de sorrisos, xícaras de compreensão. Reescrevia minha vida, não como receita, onde todos os ingredientes têm que ser medidos e pesados à risca, mas sim como um rascunho, onde sabia daquela vez, que poderia apagar e mudar qualquer quantidade, ao gosto do freguês: EU mesma! "
( trechos de um texto, escrito a um tempo atrás )
____
Eu escrevo como se escrever fosse a única coisa que me mantesse viva. Uma certa forma de vicio, que transforma a realidade em algo mais suportável.
E uma pergunta pula de um lado a outro:
qual seria a busca incessante?
EU não sei. Algo teima em saltar, um
descontentamento interno que faz com que eu
não pare de pensar.
SE hora o pensamento viaja por campos, céus
límpidos, hora é inundado por angustias.
A dualidade sempre presente e marcante, como se
os dias tivessem que ser vividos assim,intensos, mesmo que incomodando.
E me vejo buscando algo que nem sei o que é...
e talvez essa seja a minha maior angústia.
________________________
Eu trago perguntas dentro de mim, que nunca vão ter respostas. E cada dia que passa, eu sei que preciso aprender a conviver com isso...
:´(
_____________________
OBS: ainda não sei se as pessaos se entregam e se dão DE MENOS...
ou se sou EU que sempre me ENTREGO e me DOU DE MAIS.
.
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colheradas de sorrisos, xícaras de compreensão. Reescrevia minha vida, não como receita, onde todos os ingredientes têm que ser medidos e pesados à risca, mas sim como um rascunho, onde sabia daquela vez, que poderia apagar e mudar qualquer quantidade, ao gosto do freguês: EU mesma! "
( trechos de um texto, escrito a um tempo atrás )
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Eu escrevo como se escrever fosse a única coisa que me mantesse viva. Uma certa forma de vicio, que transforma a realidade em algo mais suportável.
E uma pergunta pula de um lado a outro:
qual seria a busca incessante?
EU não sei. Algo teima em saltar, um
descontentamento interno que faz com que eu
não pare de pensar.
SE hora o pensamento viaja por campos, céus
límpidos, hora é inundado por angustias.
A dualidade sempre presente e marcante, como se
os dias tivessem que ser vividos assim,intensos, mesmo que incomodando.
E me vejo buscando algo que nem sei o que é...
e talvez essa seja a minha maior angústia.
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Eu trago perguntas dentro de mim, que nunca vão ter respostas. E cada dia que passa, eu sei que preciso aprender a conviver com isso...
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OBS: ainda não sei se as pessaos se entregam e se dão DE MENOS...
ou se sou EU que sempre me ENTREGO e me DOU DE MAIS.
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