Queria dizer que: eu nunca suportei esse sentimento de perda. Em todos os sentidos. Assim, digamos, em todos os sentidos humanisticos... Sempre me dói assim,Aliás, eu acho que nunca suportei nada. Aliás, eu acho que tento suportar de uma maneira menos trágica. Eu escrevo aqui, isso já me é uma alívio. Aliás, eu acho que a gente sempre arranja uma saída.
Achei que esse ano seria o começo de uma nova era. Bem nessas palavras cliches.. até tentei uma mudança, aconteceu, não nego...mas, estou voltando ao meu super eu interior?
isso é maior do que eu. Energia muito forte que vem de dentro de mim.
Meu coração bombeia muito. As artérias devem ter quilômetros de espessura.
A solidão, minha amiga. É ela minha melhor e pior companheira. Quanto mais afirmo isso, mais sei que sou um lixo. Lixo digno, por favor. Não vou me dar esse gosto de me rebaixar tanto. Aliás, eu fotografo bem.Mas, quem é que nunca perdeu? Um amor, um pai, um cachorro epilético, uma unha no dente, um ônibus, um olhar, um beijo, uma mão alheia, um momento marcante, um chinelo na correnteza, uma borracha na escola, um amigo e quem sabe, você mesmo.Quem é que não lembra das coisas boas que passaram? Um amor, um pai, uma unha, um ônibus menos lotado, um olhar provocante, uma mão macia, um momento marcante, aquele chinelo adorado, a borracha cor de rosa e perfumada, um amigo engraçado e quem sabe, você mesmo.Eu já disse isso mas repito, porque eu postei há muito tempo: essa sensação de saber que você não tem poder algum sobre alguma coisa é que me faz sentir que sou fraca. Que eu não posso, jamais, me igualar a um Deus, e nem sequer cobrar de alguém, muito menos ter o tempo em minhas mãos. Escorre pelas mãos, como líquido, como ar, como sua vida indo numa ampulheta e seus dedos já nem podem mais escrever, já não podem nem tocar um rosto conhecido e nem segurar uma mão.Alguém me explica isso?Alguém me explica porque estamos absurdamente tão desligados uns dos outros?
Achei que esse ano seria o começo de uma nova era. Bem nessas palavras cliches.. até tentei uma mudança, aconteceu, não nego...mas, estou voltando ao meu super eu interior?
isso é maior do que eu. Energia muito forte que vem de dentro de mim.
Meu coração bombeia muito. As artérias devem ter quilômetros de espessura.
A solidão, minha amiga. É ela minha melhor e pior companheira. Quanto mais afirmo isso, mais sei que sou um lixo. Lixo digno, por favor. Não vou me dar esse gosto de me rebaixar tanto. Aliás, eu fotografo bem.Mas, quem é que nunca perdeu? Um amor, um pai, um cachorro epilético, uma unha no dente, um ônibus, um olhar, um beijo, uma mão alheia, um momento marcante, um chinelo na correnteza, uma borracha na escola, um amigo e quem sabe, você mesmo.Quem é que não lembra das coisas boas que passaram? Um amor, um pai, uma unha, um ônibus menos lotado, um olhar provocante, uma mão macia, um momento marcante, aquele chinelo adorado, a borracha cor de rosa e perfumada, um amigo engraçado e quem sabe, você mesmo.Eu já disse isso mas repito, porque eu postei há muito tempo: essa sensação de saber que você não tem poder algum sobre alguma coisa é que me faz sentir que sou fraca. Que eu não posso, jamais, me igualar a um Deus, e nem sequer cobrar de alguém, muito menos ter o tempo em minhas mãos. Escorre pelas mãos, como líquido, como ar, como sua vida indo numa ampulheta e seus dedos já nem podem mais escrever, já não podem nem tocar um rosto conhecido e nem segurar uma mão.Alguém me explica isso?Alguém me explica porque estamos absurdamente tão desligados uns dos outros?

