Não me encontro,não me encaixo
desabafo comigo mesma
querendo alguma coisa
um achocolatado,um abraço,um alguém...
Já tentei várias formas
de viver,de ver e reviver...
Mas,não me acho.
Não adianta,não me encaixo.
Cansei de ser eu mesma,de Literatura
De Fotografia,de intepretar textos
Cansei de amor inexistente
de bater os dentes
de chorar misérias
Eu cansei de Música,de Idéias
de pessoas,
do Chico artista,homem perfeito
das vozes femininas em balbúrdios...
Mas no final,essas são as únicas coisas que me salvam
que me guardam e acariciam.
Vou correndo aos pés dos livros inúteis
que não me ensinam como amar
nem me dão uma mão que se enlace na minha
Mas a imaginação me torna grande que passo a viver disso
e todas as artes ressurgem como Fênix
e me embalam de novo para o nada.
eu já me acostumei com esse nada.
Já nem sei o que sou,o que faço...
ultimamente só respiro e mando carbono pra fora
um peso em mim mesma...
Não tenho filhos
nem transmiti minha herança
Muito menos contei histórias infantis
juvenis,quadris.
Não me acho e estou jogada no mundo
como alguém condenado pelo pecado mais capital
e horrível da carne fraca
do sexo fraco...
Fechem as portas,as janelas
corram as cortinas,o espetáculo nao é tão interessante.
encontro-me sozinha
dormindo sobre livros
e escutando mpb.
desabafo comigo mesma
querendo alguma coisa
um achocolatado,um abraço,um alguém...
Já tentei várias formas
de viver,de ver e reviver...
Mas,não me acho.
Não adianta,não me encaixo.
Cansei de ser eu mesma,de Literatura
De Fotografia,de intepretar textos
Cansei de amor inexistente
de bater os dentes
de chorar misérias
Eu cansei de Música,de Idéias
de pessoas,
do Chico artista,homem perfeito
das vozes femininas em balbúrdios...
Mas no final,essas são as únicas coisas que me salvam
que me guardam e acariciam.
Vou correndo aos pés dos livros inúteis
que não me ensinam como amar
nem me dão uma mão que se enlace na minha
Mas a imaginação me torna grande que passo a viver disso
e todas as artes ressurgem como Fênix
e me embalam de novo para o nada.
eu já me acostumei com esse nada.
Já nem sei o que sou,o que faço...
ultimamente só respiro e mando carbono pra fora
um peso em mim mesma...
Não tenho filhos
nem transmiti minha herança
Muito menos contei histórias infantis
juvenis,quadris.
Não me acho e estou jogada no mundo
como alguém condenado pelo pecado mais capital
e horrível da carne fraca
do sexo fraco...
Fechem as portas,as janelas
corram as cortinas,o espetáculo nao é tão interessante.
encontro-me sozinha
dormindo sobre livros
e escutando mpb.

