Teimosia, temperamento forte e insegurança. Um coquetel molotov.
Eu sou assim, disseram, cuspida e escarrada. Eu nego, Pra quem me diz.
Continuo negando. Eu nego quando me dizem que eu vejo problemas onde
não há problemas. Pois se não esta como eu gostaria que estivesse,
é um problema. Concreto.
Não é teimosia, não é por temperamento, não é por insegurança...
Eu nego isso. E mais um monte de coisas. Não é tudo tão simples.
Não é tudo tão prático. Não é tudo tão fácil. Não sou eu que complico
as coisas. Não peço de mais. Quero apenas o que me pertence por
direito. O direito que eu acredito ter nesse mundo.
Quero apenas matar a minha fome. E isso não é tão fácil.
Não se sacia essa fome com um belo sanduíche. Não tem cardápio.
É degustação. Mas a gente sempre sai com fome de degustações. Eu sei.
Eu ainda não me respondo algumas perguntas básicas.
Mas acho mesmo é que não terei as respostas nunca. Eu só sei que quero.
E não, isso não é teimosia. Tem coisas que simplesmente são
inerentes a nós mesmos. E isso me dói, me corrói por dentro.
Não!
Não é insegurança. É constatação, é fato.
A vida nunca é como nos pintaram. Nisso eu concordo. Mas se sou eu que pinto, quero exatamente como eu quero. E bato pé! De resto.
Nego tudo. Todo o resto.
E pra mim, ainda nego? Sim. Eu vivo me negando!
Eu sou assim, disseram, cuspida e escarrada. Eu nego, Pra quem me diz.
Continuo negando. Eu nego quando me dizem que eu vejo problemas onde
não há problemas. Pois se não esta como eu gostaria que estivesse,
é um problema. Concreto.
Não é teimosia, não é por temperamento, não é por insegurança...
Eu nego isso. E mais um monte de coisas. Não é tudo tão simples.
Não é tudo tão prático. Não é tudo tão fácil. Não sou eu que complico
as coisas. Não peço de mais. Quero apenas o que me pertence por
direito. O direito que eu acredito ter nesse mundo.
Quero apenas matar a minha fome. E isso não é tão fácil.
Não se sacia essa fome com um belo sanduíche. Não tem cardápio.
É degustação. Mas a gente sempre sai com fome de degustações. Eu sei.
Eu ainda não me respondo algumas perguntas básicas.
Mas acho mesmo é que não terei as respostas nunca. Eu só sei que quero.
E não, isso não é teimosia. Tem coisas que simplesmente são
inerentes a nós mesmos. E isso me dói, me corrói por dentro.
Não!
Não é insegurança. É constatação, é fato.
A vida nunca é como nos pintaram. Nisso eu concordo. Mas se sou eu que pinto, quero exatamente como eu quero. E bato pé! De resto.
Nego tudo. Todo o resto.
E pra mim, ainda nego? Sim. Eu vivo me negando!

