- Ei, Ataque de nervos, o que veio fazer aqui?
- Atacar seus nervos, obviamente. E tudo aquilo que te sorri.
- E a troco de quê te devo a visita? -
Escolhas não feitas
Palavras não ditas
Caminhos errados
Mentiras perdidas.
Passados, promessas, Vírgulas, reticências, Interrogações, e é claro,
Algumas das tuas carências.
- Pois pode parar teus intuitos, a porta é logo ali. Bem antes de você chegar, alguém já estava aqui.
- E quem estaria, numa hora dessas, a encobrir teus medos com mais promessas?
Meus valores,
minhas cores
Algumas palavras, diversos amores
Minha força, só a realidade, Alguns detalhes, agora de verdade.
Um escudo, várias flores
Passos que não foram em vão
Vários passados, só um presente E, quem sabe, o mesmo coração.
Arruma as malas, toma teu rumo Que o choro não rima a canção.
Desiste do vazio e não volta,
Que é fato: Me divorciei da solidão.
É tirar da soma, o resultado.Não é simples e nem sempre dá vontade de existir, mas cá estamos nós, com esse marca-passo chamado passado. Sou constituída do meu, com todas as curvas e aqueles dramas tão normais. Os mesmos fantasminhas e demoninhos que circundam cabeças vazias podem sim, se auto-convidarem para almoçar contigo.
Mas há a escolha de não alimentá-los. E bem sei eu, que não sou ninguém pra garantir que amanhã faça sol.
Mas a escolha permanece, e seguirá firme: as janelas permanecerão abertas.
*sem mais****
escuto o silêncio que há em mim e basta....
- Atacar seus nervos, obviamente. E tudo aquilo que te sorri.
- E a troco de quê te devo a visita? -
Escolhas não feitas
Palavras não ditas
Caminhos errados
Mentiras perdidas.
Passados, promessas, Vírgulas, reticências, Interrogações, e é claro,
Algumas das tuas carências.
- Pois pode parar teus intuitos, a porta é logo ali. Bem antes de você chegar, alguém já estava aqui.
- E quem estaria, numa hora dessas, a encobrir teus medos com mais promessas?
Meus valores,
minhas cores
Algumas palavras, diversos amores
Minha força, só a realidade, Alguns detalhes, agora de verdade.
Um escudo, várias flores
Passos que não foram em vão
Vários passados, só um presente E, quem sabe, o mesmo coração.
Arruma as malas, toma teu rumo Que o choro não rima a canção.
Desiste do vazio e não volta,
Que é fato: Me divorciei da solidão.
É tirar da soma, o resultado.Não é simples e nem sempre dá vontade de existir, mas cá estamos nós, com esse marca-passo chamado passado. Sou constituída do meu, com todas as curvas e aqueles dramas tão normais. Os mesmos fantasminhas e demoninhos que circundam cabeças vazias podem sim, se auto-convidarem para almoçar contigo.
Mas há a escolha de não alimentá-los. E bem sei eu, que não sou ninguém pra garantir que amanhã faça sol.
Mas a escolha permanece, e seguirá firme: as janelas permanecerão abertas.
*sem mais****
escuto o silêncio que há em mim e basta....

